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Trindade

História

Em Trindade - denominada nesta época de Barro Preto - por volta de 1840 foi encontrada uma pequena imagem de barro, em formato de medalha, representando a Virgem Maria sendo coroada pela Santíssima Trindade em uma olaria de propriedade de Constantino Xavier Maria. Essa medalha foi considerada miraculosa e deu início a uma romaria até o local onde foi construído uma igreja para abrigar tal artefato. Ao longo dos anos diversas pessoas se juntaram próximo a essa igreja formando um vilarejo onde a economia dependia dos fiéis.

Dom Eduardo Silva, Bispo de Goiás, esteve no Distrito de Barro Preto em 1891 e nomeou como administrador do Santuário o Pe. Francisco Inácio de Sousa para que novenas fossem conduzidas por sacerdotes e acabar com a exploração indevida dos fiéis até que pudesse instalar no povoado uma Congregação religiosa para conduzir a romaria ao Divino Pai Eterno. As novenas no vilarejo passaram a ser conduzida por sacerdotes

Aconteceu em 1897 um conflito entre fazendeiros e redentoristas, a revolta foi encabeçada pelo fazendeiro Cel. Anacleto Gonçalves. Os conflitos seguiram nos anos seguintes, quando Dom Eduardo fez uma portaria estabelecendo regras para a romaria. Os líderes da subversão da ordem não se conformaram com essas normas. Mas depois os moradores viram as dificuldades da romaria continuar sem os padres e os revoltosos pediram perdão ao Bispo e a romaria de 1904 já foi feita novamente com a presença dos redentoristas em Trindade.

Campinas é levada a categoria de Município em 1907 tendo os arraiais de Barro Preto e São Sebastião do Ribeirão (atual Guapó) incorporados a ele. Dois anos após a criação do município de Campinas é criado o distrito de Barro Preto e alterado seu nome para Trindade. Cinco anos mais tarde é a vez de Ribeirão se tornar distrito. Em 1911 e 1912 foi construído o atual Santuário “velho” (Igreja Matriz).

Trindade foi levada a categoria de Vila Velha em 16 de julho de 1920, cuja instalação se deu em 31 de agosto de 1920. tendo seu território desmembrado de Campinas e ficando a ele anexado o distrito de Ribeirão. Sete anos depois sua sede é elevada à categoria de Cidade.

Clima

O padrão climático da região é do tipo tropical, caracterizado por apresentar duas estações bem definidas - uma chuvosa, de outubro a março (primavera / verão), e outra seca, de abril a setembro (outono / inverno). Em janeiro e fevereiro, que são os meses de maior precipitação, podem ocorrer períodos de interrupção total caracterizando o “veranico”, como é conhecido, que se faz acompanhar de desastres na agricultura. O total pluviométrico anual para costuma ser próximo a 1.600mm, a temperatura média anual é de 23,2°C, a insolação é de 2588,1 horas/ano, a velocidade média dos ventos é de 3,7 km/h e a umidade relativa é de 66%.

Turismo

Alguns dos principais símbolos e atrações turísticas da cidade são:

  • Desfile de Carro-de-Bois
  • Santuário Velho do Divino Pai Eterno
  • Basílica do Divino Pai Eterno
  • Festa do Divino Pai Eterno

Religião

É considerada a capital católica do estado. As novenas têm início nove dias antes do primeiro domingo do mês de julho. Nesta ocasião, ocorre uma romaria com afluência de centenas de milhares de turistas e devotos do Divino Pai Eterno.

Fonte: Wikipédia


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